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	<title>Martin &#38; Neto</title>
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		<title>Localização</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Jan 2011 05:01:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<iframe width="656" height="300" frameborder="0" scrolling="no" marginheight="0" marginwidth="0" src="http://maps.google.com/maps?f=q&#38;source=s_q&#38;hl=pt-BR&#38;geocode=&#38;q=Rua+Valadolid,+n%C2%BA+77+-+Tatuap%C3%A9+-+SP&#38;aq=&#38;sll=37.0625,-95.677068&#38;sspn=38.963048,93.076172&#38;ie=UTF8&#38;hq=&#38;hnear=R.+Valadolid,+77+-+Tatuape,+S%C3%A3o+Paulo,+03321-060,+Brasil&#38;ll=-23.547425,-46.572858&#38;spn=0.002951,0.007027&#38;z=17&#38;iwloc=A&#38;output=embed"></iframe> <a href="http://www.martinneto.com.br/localizacao/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estamos localizados na Rua Torrinha, 131 &#8211; Cep:  03332-010 - Tatuapé &#8211; São Paulo</p>
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		<title>China lidera importação de petróleo do Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Jan 2011 04:29:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Vendas para o país subiram 125% de janeiro a outubro deste ano, comparadas a 2009. Com o pré-sal, negócios só devem aumentar <a href="http://www.martinneto.com.br/china-lidera-importacao-de-petroleo-do-brasil/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Soja, minério de ferro e agora petróleo. As exportações brasileiras  de petróleo para a China dispararam para atender o voraz apetite do  gigante asiático por matérias-primas. Preocupados em garantir seu  suprimento, os chineses também já dão os primeiros passos na exploração e  produção do óleo no País. Os especialistas apostam que a presença  chinesa só tende a crescer com os novos negócios do pré-sal.</p>
<p>De janeiro a outubro, a China comprou 179,5 mil barris de petróleo  por dia do Brasil, o que significa 125% a mais que em igual período do  ano anterior. A receita gerada atingiu US$ 3,18 bilhões. Considerados os  embarques diretos, o país asiático é o principal cliente do País e já  recebe mais petróleo que os Estados Unidos, que importou 157 mil  barris/dia do Brasil, 5% a menos. Os dados são da Secretaria de Comércio  Exterior (Secex).</p>
<p>Uma parte do petróleo que é vendido pela Petrobrás nos Estados  Unidos, no entanto, segue via Santa Lucia, uma pequena ilha no Caribe,  que redistribui o produto para outros destinos. A empresa não informou  porque faz essa alteração na rota. Foram embarcados para Santa Lucia  97,8 mil barris/dia de janeiro a outubro, uma queda de 33%.</p>
<p>Segundo a Petrobrás, os EUA responderam por 43% de suas vendas de  janeiro a outubro e a China por 28%. Procurada pelo Estado, a estatal  não deu entrevista, só enviou os dados no fim da tarde de sexta-feira e  não informou quais eram as participações em anos anteriores.</p>
<p>Outro gigante asiático, a Índia, também começa a se destacar e recebe  39,4 mil barris/dia, o quarto principal destino das vendas brasileiras.</p>
<p>O aumento dos embarques de petróleo para a China é consequência do  contrato entre Petrobrás e Sinopec. A estatal brasileira comprometeu-se a  vender, a preços de mercado, 150 mil barris/dia para a companhia  chinesa. No ano que vem, o volume sobe para 200 mil barris/dia.</p>
<p>Esse contrato funciona com uma garantia para o empréstimo de US$ 10 bilhões que o China Development Bank concedeu à Petrobrás.</p>
<p>&#8220;A China é um cliente como qualquer outro. Não vejo problema em  vender para quem paga preços de mercado&#8221;, disse Wagner Freire, consultor  e ex-diretor de exploração e produção da Petrobrás.</p>
<p>Ele diz que o empréstimo chinês foi feito quando a estatal precisava  de recursos e o mercado permanecia fechado por causa da crise. O  especialista questiona, no entanto, a necessidade tão grande de caixa da  Petrobrás, provocada pelos investimentos em refinarias.</p>
<p>Graças ao acerto entre Petrobrás e Sinopec, o ritmo de crescimento  das vendas de petróleo para a China foi exponencial. Em 2004, os  chineses estavam na sexta colocação entre os clientes do Brasil, atrás  de países como Chile e Portugal. Em 2003, sequer apareciam nas  estatísticas. O comércio com a Índia é ainda mais recente e só ganhou  volume no ano passado.</p>
<p>Mesmo assim, o Brasil ainda é um fornecedor irrelevante para os  chineses, cujas importações líquidas chegaram a 1,4 milhão de barris por  dia em setembro. Os Estados Unidos são o maior comprador de petróleo do  mundo, mas os chineses já são o maior consumidor de energia. Com as  vendas de carros batendo recorde, a sede do gigante asiático por  gasolina é cada vez maior.</p>
<p>Segundo estimativas da Organização dos Países Produtores de Petróleo  (Opep), o consumo chinês de petróleo deve crescer 5,14% em 2011, muito  acima da alta de 1,36% prevista para a demanda global. Nos Estados  Unidos, por outro lado, a economia cresce pouco e aumenta a aposta em  combustíveis alternativos.</p>
<p>Investimentos. Uma das maiores preocupações do governo chinês é  garantir o suprimento das commodities necessárias para o crescimento do  País. O Brasil ainda não produz petróleo o suficiente para exportar  volumes significativos, mas tem reservas promissoras. Por isso, os  chineses também já estão investindo diretamente no setor.</p>
<p>A Sinochen comprou 40% do campo de Peregrino, controlado pela  norueguesa Statoil por US$ 3,07 bilhões. A Sinopec fez um aporte de US$  7,1 bilhões na filial brasileira da Repsol. Com o dinheiro, a empresa  espanhola vai investir nos campos de Guará e Carioca, algumas das  maiores descobertas do mundo.</p>
<p>As estatais chinesas também aparecem como os principais interessados  nos ativos da OGX, do empresário Eike Batista. A companhia está vendendo  20% a 30% dos sete blocos que possui na bacia de Campos. O grupo já tem  parcerias com os chineses em mineração e siderurgia.</p>
<p>&#8220;É muito positivo a vinda dos chineses e investidores de outros  países, porque dinamiza o setor&#8221;, diz Osvaldo Pedrosa, presidente da  Associação dos Produtores Independentes de Petróleo (Abipp). Para o  sócio de óleo e gás do escritório de advocacia Mattos Filho, os chineses  tem menos receio de riscos políticos, pois, como se tratam de estatais,  o relacionamento é quase diplomático.</p>
<p>Os analistas acreditam que os chineses podem ser os principais  investidores e compradores do petróleo do pré-sal. Para Adriano Pires,  diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), a mudança do  modelo regulatório beneficia a Petrobrás e afugenta multinacionais, mas  não assusta os chineses, que não estão interessados em lucro, mas em  garantia de fornecimento. &#8220;O investimento da China não é ruim, mas temos  de ter cuidado para não ficarmos presos a um país complicado&#8221;.</p>
<p>Fonte: <a href="http://topicos.estadao.com.br/noticias-sobre-importacao" target="_blank">Estadão</a></p>
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		<title>Senado dos EUA aprova extensão de tarifa sobre importação de etanol</title>
		<link>http://www.martinneto.com.br/senado-dos-eua-aprova-extensao-de-tarifa-sobre-importacao-de-etanol/</link>
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		<pubDate>Thu, 20 Jan 2011 04:27:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Medidas, que ainda precisam ser votadas na Câmara, têm impacto direto sobre os produtores brasileiros. <a href="http://www.martinneto.com.br/senado-dos-eua-aprova-extensao-de-tarifa-sobre-importacao-de-etanol/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Medidas  têm impacto direto sobre os produtores brasileiros de etanol à base de cana</p>
<p>O Senado americano aprovou nesta quarta-feira a extensão por mais um  ano da tarifa de importação imposta ao etanol, de 54 centavos de dólar  por galão (equivalente a 3,78 litros), e também do subsídio de 45  centavos de dólar por galão ao etanol misturado à gasolina.</p>
<p>As medidas, que ainda precisam ser votadas na Câmara dos  Representantes, têm impacto direto sobre os produtores brasileiros de  etanol à base de cana-de-açúcar, submetidos à sobretaxa ao exportar o  produto para os Estados Unidos, onde a maior parte do etanol é produzido  a partir do milho.</p>
<p>Apesar de os exportadores brasileiros também estarem incluídos no  subsídio de 45 centavos de dólar para acrescentar etanol à gasolina,  esse benefício é perdido com a tarifa de importação. Descontado o valor  do subsídio, os exportadores ainda pagam uma taxa de nove centavos de  dólar por galão para vender etanol aos Estados Unidos.</p>
<p>Ao comentar a decisão do Senado, o representante da União da  Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica) em Washington, Joel Velasco, disse  estar desapontado com o resultado da votação.</p>
<p>&#8220;Sabemos que a tarifa e os subsídios ao etanol do milho têm seus dias  contados, seja porque vai expirar em um ano ou pelo eventual julgamento  na OMC (Organização Mundial do Comércio)&#8221;, disse Velasco.</p>
<p>O setor vêm pedindo ao Itamaraty que inicie um processo de consultas junto à OMC.</p>
<p>Pacote</p>
<p>A extensão das tarifas e do subsídio ao etanol deverão ter custo de  US$ 7 bilhões (cerca de R$ 12 bilhões) e fazem parte de um pacote mais  amplo, no valor de US$ 858 bilhões (R$ 1,5 trilhão), resultado de um  acordo entre a Casa Branca e a oposição republicana fechado na semana  passada.</p>
<p>No Senado, a proposta recebeu foram 81 votos a favor e 19 contra, mas  analistas dizem que a proposta deve enfrentar resistência na Câmara dos  Representantes.</p>
<p>Entre os pontos polêmicos do projeto está a extensão dos cortes de  impostos para os contribuintes americanos, inclusive os mais ricos,  estabelecidos ainda no governo de George W. Bush.</p>
<p>Muitos democratas se opõem à extensão dos cortes para as camadas mais  ricas, criticada pelo próprio presidente Barack Obama, que acabou  concordando com a medida em nome de um acordo mais amplo com os  republicanos.</p>
<p>&#8220;Sei que há diferentes aspectos desse projeto aos quais membros do Congresso de ambos os lados se opõem&#8221;, disse Obama.</p>
<p>&#8220;Mas nós trabalhamos para negociar um acordo que represente um ganho  para as famílias de classe média e um ganho para a nossa economia&#8221;,  afirmou. BBC Brasil &#8211; Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de  reprodução sem autorização por escrito da BBC.</p>
<p>Fonte: <a href="http://topicos.estadao.com.br/noticias-sobre-importacao" target="_blank">Estadão</a></p>
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		<title>Importação brasileira de trigo manterá força em 2011</title>
		<link>http://www.martinneto.com.br/importacao-brasileira-de-trigo-mantera-forca-em-2011/</link>
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		<pubDate>Thu, 20 Jan 2011 04:24:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os moinhos de trigo do Brasil deverão importar entre 5,5 e 6 milhões de toneladas do cereal em 2011, um volume próximo do esperado para 2010, quando as compras brasileiras deram um salto ante 2009, disseram fontes da indústria nesta &#8230; <a href="http://www.martinneto.com.br/importacao-brasileira-de-trigo-mantera-forca-em-2011/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os moinhos de trigo do Brasil deverão importar entre 5,5 e 6 milhões  de toneladas do cereal em 2011, um volume próximo do esperado para 2010,  quando as compras brasileiras deram um salto ante 2009, disseram fontes  da indústria nesta quinta-feira.</p>
<p>Entre janeiro e novembro, as aquisições do Brasil, que costuma  figurar entre os principais importadores globais de trigo, cresceram  27,2 por cento na comparação com o mesmo período de 2009, para 5,8  milhões de toneladas, informou o Ministério da Agricultura nesta  quinta-feira.</p>
<p>As importações aumentaram bem neste ano porque a colheita de 2009  sofreu sérios problemas de qualidade, em meio a chuvas excessivas que  afetaram o trigo e favoreceram o desenvolvimento de doenças fúngicas que  reduziram a produção.</p>
<p>Em 2010, a colheita em fase final está oficialmente estimada em 5,8  milhões de toneladas, contra 5 milhões em 2009. Mas apesar do  crescimento da produção alguns integrantes da indústria veem necessidade  de importação semelhante, adotando uma posição cautelosa enquanto  aguardam mais detalhes sobre as características do produto  recém-colhido.</p>
<p>&#8220;Não está tão boa assim (a qualidade)&#8221;, afirmou à Reuters o  presidente do Conselho Deliberativo da Abitrigo (Associação Brasileira  da Indústria do Trigo), Luiz Martins, ao ser questionado sobre a  produção do Paraná, que responde pela metade da colheita nacional.</p>
<p>A produtividade do trigo no Paraná atingiu um recorde histórico em  2010 de 2.893 kg/hectare, segundo o governo estadual , mas o problema  teria sido a variedade da semente do cereal escolhida este ano por parte  dos produtores, que não atenderia as necessidades da indústria, segundo  fontes do mercado.</p>
<p>Antes da reunião do conselho da Abitrigo nesta quinta-feira, Martins  não entrou em detalhes sobre a qualidade do trigo paranaense.</p>
<p>&#8220;A qualidade do trigo nacional influi na quantidade que o país importa&#8221;, limitou-se a dizer.</p>
<p>Ele avalia que o Brasil poderá importar pelo menos 5,5 milhões de toneladas de trigo em 2011.</p>
<p>Concorda com Martins o diretor de Relações com Investidores do grupo  Cruzeiro do Sul, Antenor Barros Leal, com oito unidades de moagem no  Brasil.</p>
<p>&#8220;Vai importar de 5,5 a 6 milhões de toneladas em 2011&#8243;, declarou  Leal, também antes de participar da reunião do conselho da Abitrigo.</p>
<p>MAIS DA ARGENTINA</p>
<p>Do total importado pelo Brasil no ano até novembro, 57 por cento teve  origem na Argentina, tradicionalmente o principal exportador para o  Brasil.</p>
<p>E essa fatia deverá aumentar, disseram empresários brasileiros, considerando uma produção maior no país vizinho neste ano.</p>
<p>O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) estima a  safra da Argentina que está sendo colhida em 13,5 milhões de toneladas,  contra 10,5 milhões de toneladas na temporada anterior.</p>
<p>Além disso, a indústria vê uma qualidade melhor na safra de Paraguai e  Uruguai, países também integrantes do Mercosul, que assim como a  Argentina negociam com o Brasil com isenção de tarifas.</p>
<p>&#8220;A tendência é que se importe mais desses países&#8221;, disse Leal.</p>
<p>O Uruguai chegou a exportar neste ano para o Brasil mais de 1 milhão  de toneladas, enquanto o Paraguai exportou 550 mil toneladas até o  momento.</p>
<p>Estados Unidos e Canadá, que juntos exportaram de janeiro a novembro  quase 800 mil toneladas para o Brasil, tendem a perder espaço  especialmente para a Argentina, que contará com maior oferta, disse o  presidente executivo da Abitrigo, Sérgio Amaral. Países do hemisfério  norte pagam tarifa para exportar ao Brasil.</p>
<p>Mas Amaral está preocupado com o crescimento dos preços no mercado  internacional, diante do impacto de problemas climáticos em importantes  produtores, como a Austrália.</p>
<p>Segundo a Abitrigo, o trigo argentino subiu no acumulado do segundo  semestre cerca de 25 por cento, para 320 dólares por tonelada (FOB).</p>
<p>Ele disse que, se o preço persistir em patamares elevados, pode haver  aumento da farinha no início do ano que vem. &#8220;Vai ser um ano de oferta  maior no Mercosul&#8230; Mas há fatores que sinalizam alta de preços&#8230; O  mercado sinaliza, mais que tudo, instabilidade.&#8221;</p>
<p>(Edição de Marcelo Teixeira)</p>
<p>Fonte: <a href="http://topicos.estadao.com.br/noticias-sobre-importacao" target="_blank">Estadão</a></p>
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		<title>Governo aumenta taxa de importação de brinquedos de 20% para 35%</title>
		<link>http://www.martinneto.com.br/governo-aumenta-taxa-de-importacao-de-brinquedos-de-20-para-35/</link>
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		<pubDate>Thu, 20 Jan 2011 04:00:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Segundo a associação dos fabricantes nacionais de brinquedos, a elevação do imposto tende a ajudá-los a ganhar maior participação no mercado brasileiro, atualmente dominado pelos chineses, e expandir sua presença nos países do Mercosul <a href="http://www.martinneto.com.br/governo-aumenta-taxa-de-importacao-de-brinquedos-de-20-para-35/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Passado o Natal, a Câmara de Comércio Exterior (Camex) decidiu elevar  de 20% para 35% as alíquotas de importação de diversos brinquedos. De  acordo com resolução publicada ontem no Diário Oficial da União, ficará  mais cara a compra no exterior de triciclos, patinetes, bonecos, carros,  trens elétricos, brinquedos de montar, quebra-cabeças, instrumentos  musicais de brinquedo e outras peças com motores.</p>
<p>Segundo o presidente da Associação Brasileira dos Fabricantes de  Brinquedos (Abrinq), Sinésio Batista da Costa, a elevação da alíquota  deve ajudar a indústria nacional a reequilibrar o mercado brasileiro do  setor, no qual a participação dos chineses já chega a 60%. &#8220;O mercado  nacional terminou o ano de 2010 com 60% das vendas nas mãos dos chineses  e 40% com a indústria local. A expectativa é que possamos chegar a um  equilíbrio de 50% para cada lado&#8221;, disse o empresário.</p>
<p>Mercosul. A alteração na tarifa não ocorreu apenas no Brasil, mas  também nos outros países que fazem parte do Mercosul. &#8220;Na Argentina, os  chineses respondem por 92% do mercado de brinquedos, além de 98% no  Paraguai e 99% no Uruguai&#8221;, disse Costa.</p>
<p>Segundo ele, os governos desses países estão oferecendo incentivos  fiscais para a instalação de novas fábricas de brinquedos brasileiros na  região. &#8220;Muito em breve abriremos uma ou duas fábricas no Uruguai e  outras duas no Paraguai&#8221;, afirmou o executivo. Ele também destacou que a  alíquota de importação no Mercosul de partes e peças de brinquedos caiu  para 2% desde agosto deste ano, favorecendo a ampliação da produção  regional. &#8220;O Brasil não produz brinquedos eletrônicos e nem quer  produzir. O equilíbrio de mercado que buscamos é com o aumento da  produção de bonecas, jogos de tabuleiro e outros&#8221;, completou.</p>
<p>O empresário estima que, mesmo com os incentivos, a região ainda  levará cinco anos para recuperar os 15 mil empregos perdidos no setor  nos últimos três anos. &#8220;Cada emprego perdido na indústria do setor no  Mercosul representa a criação de oito novas vagas na China, então  estamos falando de 120 mil empregos para os chineses às nossas custas  nesse período&#8221;, declarou Costa.</p>
<p>Apesar do aumento na alíquota de importação, o empresário disse  acreditar que o custo adicional não deve ser repassado para o  consumidor. Para ele, os preços devem permanecer estáveis, com a  diferença sendo absorvida pela cadeia de importação e revenda. Além  disso, afirmou, os preços cobrados no Natal deste ano já foram, em  média, 4% inferiores aos praticados no ano passado.</p>
<p>&#8220;A medida foi tomada no momento certo. Se houvesse uma elevação da  alíquota antes da semana da criança, por exemplo, poderia ter havido um  aumento oportunista dos preços&#8221;, acrescentou Costa.</p>
<p>Fonte: <a href="http://topicos.estadao.com.br/noticias-sobre-importacao" target="_blank">Estadão</a></p>
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		<title>Banner Home</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Jan 2011 03:12:32 +0000</pubDate>
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		<title>Contato</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Jan 2011 20:39:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Entre em contato conosco e tire suas dúvidas]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Entre em contato conosco e tire suas dúvidas</p>
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		<title>Consulta Express</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Dec 2010 02:50:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Preencha o formulário abaixo e brevemente você estará recebendo uma resposta ou se preferir, entre em contato com a Equipe de Atendimento Martin &#38; Neto pelo Telefone/Fax: [11] 2942.9252]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Preencha o formulário abaixo e brevemente você estará recebendo uma resposta ou se preferir, entre em contato com a Equipe de Atendimento Martin &amp; Neto pelo Telefone/Fax: [11] 2942.9252</p>
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		<title>Parceiros</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Dec 2010 01:55:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Veja a lista de todos nossos parceiros]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Veja a lista de todos nossos parceiros</p>
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		<title>Serviços</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Dec 2010 20:30:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Serviços]]></category>

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		<description><![CDATA[Confira os serviços que oferecemos abaixo Transporte de containers; Trânsito Aduaneiro e Trânsito Aduaneiro eletrônico; Transporte de cargas nacionais e distribuição conforme regiões atendidas; Carga expressa: voltada aos clientes com necessidades urgentes de recebimento ou entrega de mercadoria.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Confira os serviços que oferecemos abaixo</p>
<li>Transporte de containers;</li>
<li>Trânsito Aduaneiro e Trânsito Aduaneiro eletrônico;</li>
<li>Transporte de cargas nacionais e distribuição conforme regiões atendidas;</li>
<li>Carga expressa: voltada aos clientes com necessidades urgentes de recebimento ou entrega de mercadoria.</li>
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